O produto de negociação favorito do mercado cripto, avaliado em US$ 90 trilhões, está chegando a Wall Street, mas os grandes bancos estão avançando com cautela
Os contratos futuros perpétuos passaram anos como um dos produtos de negociação mais populares no universo cripto, especialmente para investidores fora dos Estados Unidos. Agora que esses contratos estão ingressando em mercados regulados americanos, Wall Street tenta decidir se eles são uma moda passageira do varejo ou uma ameaça duradoura aos futuros tradicionais. Os primeiros números têm sido difíceis de ignorar. Os futuros perpétuos da Kalshi ultrapassaram US$ 1 bilhão em volume de negociação dentro de uma semana após o lançamento em junho, tornando-se a maior estreia de produto da empresa desde os mercados de previsão. Desde então, a exchange tem buscado aprovação regulatória para oferecer futuros perpétuos vinculados ao ouro e à prata, um indicativo de que o produto pode não se limitar apenas ao bitcoin (BTC) e a outros ativos digitais. Futuros perpétuos, frequentemente chamados de perps, assemelham-se a contratos futuros padrão, mas não têm data de vencimento. Os traders não precisam encerrar ou transferir uma posição para um novo contrato a cada mês ou trimestre. Em vez disso, pagamentos periódicos de financiamento ajudam a manter o preço do contrato próximo ao do ativo subjacente. O produto tornou-se uma parte fundamental do comércio global de criptomoedas. O Bank of America estimou o