“Há bancos dizendo: ‘Adoraríamos participar disso. Não temos a infraestrutura. Não temos a conformidade. Nem saberíamos como precificar esses depósitos de reserva,’” disse o CEO da Tassat, Glen Sussman, em entrevista ao CoinDesk.
O anúncio ocorre enquanto as stablecoins avançam ainda mais no setor financeiro tradicional após a aprovação da Lei GENIUS. Empresas de Wall Street e bancos estão ampliando iniciativas relacionadas a stablecoins, enquanto o Citi projetos o mercado poderá alcançar aproximadamente US$ 4 trilhões até 2030.
Em tal escala, disse Sussman, concentrar reservas entre poucas instituições poderia criar riscos de liquidez e de depósitos.
“Se você assumir que as stablecoins cresçam para US$ 5 trilhões ou US$ 10 trilhões, então deve haver algo que ajude o mercado a alcançar o equilíbrio,” disse Sussman. “Não pode simplesmente permanecer em um círculo muito pequeno porque isso aumentaria o risco em ambos os lados.”
A própria plataforma não funcionará em uma blockchain, embora a Tassat planeje conectá-la a redes de ativos tokenizados e depósitos. Sussman afirmou que essa abordagem reduz o ônus técnico para bancos menores.
“Existe um risco real de que vastas áreas do ecossistema bancário dos EUA fiquem excluídas,” afirmou ele. “Não acho que isso seja politicamente saudável para os Estados Unidos. Não acho que seja economicamente saudável.”


