Operação liderada pela Chainalysis sinaliza 7.700 contas em investigação sobre abuso infantil
A empresa de análise de blockchain Chainalysis afirmou que uma operação global liderada por ela identificou mais de 7.700 contas suspeitas ligadas a material de abuso sexual infantil (CSAM). De acordo com um comunicado à imprensa de terça-feira compartilhado com o Cointelegraph, a Operação Lighthouse investigou 29.120 endereços de criptomoedas e identificadores digitais conectados a mais de 100 plataformas, fóruns e redes de distribuição de CSAM na web convencional e na dark web. A operação também gerou 14.300 pistas investigativas em 11 exchanges de criptomoedas e serviços de pagamento e sinalizou suspeitos em 125 países. Entre os suspeitos identificados estavam 16 criminosos sexuais registrados. Tom McLouth, analista sênior de inteligência da Chainalysis, afirmou que o grupo de suspeitos também incluía militares, agentes de segurança pública, profissionais da área médica e educadores, incluindo indivíduos com acesso direto a crianças. “Por trás de cada pista há uma criança real em risco”, disse ele ao Cointelegraph. A operação intensiva de vários dias foi realizada na National Cyber-Forensics and Training Alliance, em Nova York, após meses de enriquecimento de dados. Ela reuniu agências de segurança pública, parceiros do setor privado e organizações sem fins lucrativos especializadas, incluindo a Europol, a National Crime Agency do Reino Unido, Binance, Coinbase, Block









