Não foi o único a reestruturar sua exposição a criptomoedas. Os ETFs de bitcoin à vista dos EUA registraram, no total, cerca de US$ 4,89 bilhões em saídas líquidas nos três meses até junho, de acordo com dados da SoSoValue. Somente o IBIT perdeu US$ 2,95 bilhões. Os ETFs de ether à vista também sofreram, com mais de US$ 715 milhões em saídas.
A Intesa Sanpaolo, por outro lado, triplicou sua participação no ETF iShares Staked Ethereum Trust (ETHB) da BlackRock para 349.600 ações. A posição valia US$ 7,10 milhões no final do trimestre, ante US$ 3,15 milhões.
Entre as ações vinculadas a criptomoedas, o banco quase dobrou sua posição em BitGo Holdings (BTGO) para 323.000 ações, enquanto reduziu sua participação em Coinbase Global (COIN) em 32%, Circle Internet (CRCL) em 10% e Robinhood Markets (HOOD) em 43%.
O registro também revela uma nova posição de 5,66 milhões de ações da SpaceX (SPCX) avaliada em US$ 966,42 milhões, tornando-se a maior participação divulgada pela Intesa. A SpaceX, que abriu capital em 12 de junho, detém 18.712 bitcoins no valor de US$ 1,18 bilhão. Reduziu suas participações na Tesla (TSLA) em 92%.
Intesa fez seu primeiro compra direta de bitcoin em janeiro de 2025, adquirindo 11 BTC por cerca de 1 milhão de euros (US$ 1,2 milhão) como parte do que o CEO Carlo Messina descreveu como um experimento.


