Senado não votará sobre a Lei de Clareza Cripto antes do recesso de verão

Resumo:A Clarity Act ainda não tem acordo de prazo definido, segundo fontes que acompanham o projeto. Para ser aprovada, precisaria de 60 votos no Senado, mas não há confirmação de que tenha sequer 50, com vários parlamentares declarando oposição pública e democratas cobrando uma disposição ética mais rígida para Trump. A maior parte das pendências legislativas já foi resolvida, inclusive com aprovações nos comitês Bancário e de Agricultura. A questão central agora é política: a provisão ética intermediada pela senadora Cynthia Lummis foi aceita por Trump, que declarou ter faturado mais de US$ 1 bilhão com negócios criptográficos em 2025, mas democratas e alguns republicanos, como Thom Tillis, questionam a redação. Tillis e Ruben Gallego enviaram uma contraproposta à Casa Branca no fim de julho, sem resposta pública até agora.

A Clarity Act não possuía nenhum acordo de prazo, informaram à CoinDesk na quinta-feira mais cedo indivíduos que acompanham o projeto de lei.

Para ser aprovado, o projeto de lei precisaria de 60 votos a favor. Não está claro se ele possui sequer 50 votos até o momento da publicação, com múltiplos anunciando publicamente sua oposição e democratas continuando a solicitar que o presidente Donald Trump concorde com uma provisão ética mais rigorosa do que a existente no projeto de lei atualmente.

Mas muitas das questões que estão impedindo a aprovação do projeto de lei são agora de natureza política, e não estritamente relacionadas à redação da legislação.

Os parlamentares chegaram a acordos sobre a grande maioria das questões pendentes relacionadas ao projeto de lei, que recebeu aprovações independentes do Comitê Bancário do Senado e do Comitê de Agricultura. A maior questão restante era um acordo sobre uma chamada disposição ética direcionada a Trump, que revelou ter faturado mais de US$ 1 bilhão com seus diversos negócios criptográficos em 2025.

Embora Trump tenha concordado com uma disposição ética intermediada pela Senadora Cynthia Lummis, os democratas do Senado — e alguns republicanos, incluindo Thom Tillis — manifestaram preocupações com a redação. Tillis e o Senador Ruben Gallego elaboraram uma contraproposta, que afirmam ter enviado à Casa Branca no final de julho. Até o momento da publicação, a Casa Branca não havia respondido publicamente.

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